Haverá o tempo onde um complexo teorema matemático confirmará:
todas as coisas tendem a Deus.
Nesta época ficará evidente que não importa o caminho da imaginação do mundo, não importa o caos imagético e imaginário pelo qual estaremos passando, todas as coisas tenderão ao mesmo destino. Mesmo que algumas se percam no caminho, esta é a natureza última da física das possibilidades. O campo gravitacional continuará aqui apenas para lembrar-nos que a Terra chama. A mais concreta de todas as metáforas: a Terra chama! As gerações continuarão minguando no solo do pó da morte. Mas isso é apenas uma metáfora. A mais concreta das metáforas. Uma metáfora que afirma que na lei da gravidade cósmica todos tendemos a nos unir no solo da Terra do Total. No solo do Corpo Divino que desenha o infinito.
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O ioga e A imaginação.
Como todas as coisas e não-coisas tenderão a este solo, poderemos afirmar que tudo está em um processo de reconexão, em um processo de ioga; e que na fauna-flora mais diversa que existe - a das mentes dos entes - também nossos pensamentos tenderão a este Ser Total. Por isso a imaginação. Eis o que, por definição, se constitui o ioga da imaginação: uma prática onde não apenas o nosso corpo realiza posturas para melhorar nossa condicionamento fisíco, mas a nossa mente brinca com todos os seus sentidos e direções para nos apontar a direção do Ser Total, para que nosso músculo imaginativo esteja límpido para ser a antena da imaginação cósmica. Como criança enxergaremos a cor do ar que penetra nossas narinas; dançaremos em nosso cotidiano realizando os afazeres banais, como um Ente Máximo que realiza galáxias. Estaremos sempre na direção desta tendência maravilhosa de permanência e realização. Eis o ioga da imaginação.
Bodies in Urban Spaces, coreografia: Willi Dorner.
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O imaginário e o ioga da imaginação.
O ioga da imaginação não preocupa-se com o entendimento cultural ou científico sobre o corpo, mas procura deixar aberta a avenida cognitiva através do imaginário de cada pessoa afim de que se estruture livremente um ideário pessoal em torno do seu próprio corpo.
Esse imaginário é pessoal apenas em um primeiro nível de projeção. As visões e ideias nascidas da imaginação pessoal conduzem à percepção sutil do corpo do individuo levando-o a elementos imagético sensoriais coletivamente compartilhados, assim como o próprio padrão geral de nossos corpos. Essa percepção comungada, com frequência, nos leva à percepção dos dois módulos fundamentais da realidade: a (i) luz e o (ii) som : eis : (i) a retidão: que penetra o vazio e define a direção; (ii) a vibração: que define os dois módulos fundadores da fisicalidade - do pensar o ato ao tato do fato.

Olá João,
O meu nome é Margarida e sou a Responsável de Comunicação do projeto Paperblog.
Gostaria de perdir desculpa por deixar um comentário no blog, mas não encontrei outra forma de entrar em contacto. Venho convidá-lo para conhecer o projecto Paperblog: http://pt-br.paperblog.com/ cuja missão é valorizar e dar a conhecer o trabalho dos bloggers.
Gostariamos que o seu blog fizesse parte deste projecto, uma vez que os seus artigos são muito interessantes e, tenho a certeza, que agradariam aos nossos leitores.
Com os melhores cumprimentos,
Margarida
Responsável de Comunicação
margarida [at] paperblog.com
http://pt-br.paperblog.com/
Posted by: Margarida - Paperblog | November 17, 2010 at 02:59 AM