Parei nas paragens do vazio. Imitei a indústria e sorri em sua chaminé. Pensei no sentido que girava o mando do mundo e enrolei um cigarro abarrotado de dia inteiro; visível fiquei a mim mesmo quando pensava em fumaça. Enrolado, perto do peito senti um aperto de respiro, uma cinza amaroal solicitosa vuolhou em ar abento; das nucleares síndromes de duas cabeças, os rolimãs das crianças em cacos ainda saem sem sentido pela estrada de Santo. Seu sou. Kadet. Sim. Só isso.


i am not quittin', sorry
Posted by: Alexandre | June 30, 2008 at 11:43 PM