
Estimado professor Último de Azevedo, devo dizer, em primeiro lugar, que um estupro linfático ocorreu em minhas meias. Com efeito, sofismar os arremates às groselhas pode, de fato, resultar numa dietética ópera transeunte, uma vez que ao desapropriarem certas vassouras veterinárias, as alcoólicas maçanetas menstruam seus sambódromos como quem relincha sabonetes midiáticos sobre alfaiates de macarrão espairecido. Da chimia em cavanhaques, pois, é que escorre a agricultura pederasta, assim como é no pastel legislativo que pestanejam as libidinosas ortografias assadas em uísque imobilizado, de maneira que trinta e três ventrículos de alçapão, em sal de pênalti, regozijam as alamedas entre um percevejo de mistério urinário e o pompom catedrático da soja: isto é, algo como ficção de bicarbonato perante um mastro de alfaces situacionistas.
No entanto, flambemos o xilindró do bermudão, execrando, dessa forma, as robóticas mariolas masoquistas contra o diabético bule da prevaricação. Todavia, se, como apetece aos memorandos extraconjugais, a esmagadora pediatria das novelas isossilábicas harmonizar o ranho isocrônico das bombachas sob rapsodos hipertrofiados, há de se vociferar que o edredom de compasso empírico estigmatize o cânone vesicular em dormitórios átonos como engraxates. Por outro lado, no início da barbatana, os tomates expiratórios mostraram tal clarividência cosmética, sob um soco de sogras moleculares, que acasalaram nasalmente uma gesta calcificada em dispositivos ululantes, aos quais já não é mais eleitoreiro plagiar a ingratidão intestinal. Assim, logo que o oráculo parricida do morango, nutriz de toda verruga resfolegante, batizar o beneplácito almoxarifado como "receptáculo de limonada em prosa", uma seita de vácuo postiço, na qual calcularemos o elixir da zoofilia, passará a pentear todas as queixas do mocotó futurista.
Por conseguinte, enquanto os temperos sociopatas de derivação enfisêmica, ou seja, corruptelas marxistas de teor partido-alto, encorajarem a assídua oxidação da glosa piramidal em orgasmos rançosos, a privatização azeviche dos tangos imobiliários declamará, sem os salames da glória, uma série de pizzas leprosas por organograma. Em síntese, um riacho de seios empíricos em louvor à onerosa bergamota racionalista da pança. Deste modo, a sinopse gauchesca dos subjuntivos pedófilos deixará de masturbar a frustração parnasiana dos sabugos de regar mula, mediante, é claro, uma âncora de azeite apoteótico. Doravante, só os hidróxidos de cantiga poderão uniformizar-se em cafetões aritméticos, no sentido equatorial do benefício. Por fim, caro professor Último, desplumar a bicicleta espermicida é, sem dúvida, ato de uma xícara plutocrática e ideogrâmica, uma vez que absorve o supletivo semáforo pernambucano sem justificar o leite trigonométrico da geografia fonológica. E, finalmente, a propósito das minhas inúteis galáxias hedonistas, onde afinal enlaçam-se as fezes do pudim, há que se dizer que a vó do cu é a maionese. Um lindo anarco-íris para todos.
Fabio Godoh, antipoeta e estrategista sexual

Hum. Configurando-se como pessoa absurdíssima.
Posted by: Kelly | 01/26/2007 at 16:01
Kelly, Kelly... tu é gostosa?
Posted by: Godoh | 02/09/2007 at 12:09
Sabe, sinceridade é assaz importante. Assim, como um estrategista sexual, penso que você estará fadado à fagocitação da seleção natural.
Por outro lado, o teu antipoetismo e a tua abscisão de pudicícia hão de fazer as vezes de pseudópodes.
Posted by: Kelly | 02/09/2007 at 14:02
Kelly, Kelly, esse teu palavrório é coisa de muchacho!
Posted by: Godoh | 02/10/2007 at 12:47
Ay ay ay... ou seria xy xy xy?
Posted by: Kelly | 02/11/2007 at 12:02